"Ler um livro é como se apaixonar: você entrega seu coração. Às vezes você é correspondido, outras vezes não" - Hi_LC




Paixão do dia: Dom Casmurro - Machado de Assis


sábado, 14 de maio de 2011

O que faz um livro bom?

Pessoal, ontem eu assisti a Penélope!!!! Eu finalmente consegui comprar o filme (Lojas Americanas - 15 reais)!!!!!! Foi muito bom, sério. A lógica do livro (e a do filme também) é muito bem construída. E sem falar que ele passa no meu teste FOFIS de qualidade. Eu totalmente recomendo.
Mas uma coisa ainda me intriga... A Reese Witherspoon tem uma partipação quase nula no filme, mas é a que ganha mais créditos no filme. Experimenta jogar Penélope no Google Imagens. Se bem que só vai aparecer a imagem da Penélope Cruz.

***

Sabe quando você está apaixonado(a) e alguém te pergunta: "Por que você gosta dele(a)?"? Aí provavelmente você diz: "Ah, é porque ele é lindo, inteligente, simpático...". Você começa a dizer uma série de características que às vezes são apenas um exagero. Mas parece que nenhuma das coisas que você diz faz realmente jus ao amado, não é mesmo?

Com livros funciona do mesmo jeito. A gente não gosta de um livro de maneira racional. Nós gostamos porque alguma coisa que aquele livro trouxe mexeu profundamente com a nossa alma. É uma identificação subliminar e, quando menos você espera, você se vê apaixonado por um livro.

"Ler um livro é como se apaixonar", disse uma vez uma pessoa inteligente (eu!). Você gasta seu tempo, seu coração, sua paciência com um livro. E, às vezes, o livro não se apaixona por você. Quando eu leio um livro "ruim", eu entro meio em desespero, porque eu fico sem perspectiva de acabar o livro. Mas quando eu leio um livro e sou correspondida... Nossa! É a melhor coisa do mundo. É realmente como se apaixonar. O belo sabor da primeira paixão...

Os livros que te correspondem mudam sua vida. Se você é uma pessa que lê com certa frequência, você já sentiu a sensação de ler um livro que mudou sua vida. Ou se não sentiu, com certeza vai sentir.

E quanto a mim... Acho que eu já me apaixonei bem umas cem vezes. Tudo bem. Poligamia de livros pode!

Hi_LC

terça-feira, 3 de maio de 2011

O clichê nosso de cada dia nos dai hoje...

Hoje eu tive uma aula (muito boa por sinal) sobre "senso comum < informatividade" e, por alguma razão, eu me lembrei dos nossos tão amados clichês.

Por definição, um clichê é um esterótipo (também pode ser uma "Placa fotomecanicamente gravada em relevo sobre metal, usualmente zinco, a traço ou a meio-tom, para impressão de imagens e textos por meio de prensa tipográfica" - Aurélio -, mas falando em literatura...). Hoje em dia, diz-se clichê aquilo que já foi muito usado, e o  termo é usado com um tom pejorativo.

Mas, quando algo deve ser realmente considerado clichê? Por exemplo, uma mulher segurando um bando de livros vai  andando na rua e esbarra em um homem. Preciso terminar de contar? Eles se abaixam ao mesmo tempo para pegar os livros, os olhos se encontram e... os dois se apaixonam perdidamente? Isso já foi usado diversas vezes. É clichê?

Um personagem, durante a história, pensou sempre a mesma coisa. No entanto, no último momento do livro, ele muda de pensamento, geralmente optando por fazer a coisa certa. Isso aconteceu mais vezes do que o exemplo descrito acima. Clichê?

O mocinho conhece a mocinha e eles se apaixonam. É clichê? A história terminar com final feliz. É clichê?

Os exemplos acima acontecem com frequência, mas nem todos são considerados inaceitáveis. O que estou querendo dizer é que, muitas vezes, nós descartamos o clichê como se fosse algo horrível, mas é algo comum.

É claro que ficar usando frases muito utilizadas provoca certa aversão nos leitores, mas as frases ganham um tom especial quando o autor sabe usar seu próprio estilo. Até mesmo uma situação muito usada (como o exemplo do olhar que se encontra) pode ganhar um tom novo e irônico. Ao invés de criar aversão, cria admiração. As pessoas reclamam dos clichês, mas imagine um livro sem eles? Puxa.

Um dia experimente jogar "Clichê" no Yahoo! Respostas. Vocês vão ver do que eu estou falando.

Vale lembrar que situações não são muito utilizadas à toa. Se elas são populares é porque caíram no gosto popular. Se você é um tipo de escritor que odeia coisas muito passadas, tome cuidado ao colocar coisas novas: você pode criar algo não muito agradável para o leitor. É uma faca de dois gumes.

Na verdade, usando a minha modestíssima opinião no assunto, quando um autor tenta sair daquilo que é comum, geralmente ele comete uma grande besteira. Ele tenta fugir do óbvio e acaba com a história. O fato é que você, geralmente, começa uma história sabendo como ela vai terminar. A diferença entre um livro bom e um ruim não é o final, e sim o que o autor vai fazer no meio. E isso é o emocionante.

Hi_LC

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O Diário da Princesa - Um tributo

O Diário da Princesa não é o meu livro favorito. Mas eu duvido muito que, se eu não tivesse lido O Diário da Princesa, eu tivesse algum livro favorito.

Box com os livros da série


Eu me lembro do dia. Era 9 de julho de 2005, um sábado. Essa data ficou na minha cabeça porque foi a primeira vez que eu fui a uma livraria (pelo menos de livre e espontânea vontade). Eu me lembro de ter comprado três livros: O Gato da Meia-Noite (muito, muito bom!), O Fantasma da Meia-Noite (Muito bom. Li um ano depois :$) e A princesa sob os refletores...

Eu não comecei a ler a série do primeiro livro, porque não tinha o primeiro livro na livraria. Eu ainda pensei em não levar A Princesa sob os refletores. Ainda bem que eu não fiz isso. Foi por meio do Diário da Princesa que eu "conheci" a que hoje é a minha autora preferida, Meg Cabot (um dia eu vou falar mais sobre ela). A Mediadora é a minha série preferida, mas eu não sei se eu teria lido essa série se não fosse pelo Diário da Princesa.
Anne Hathaway faz a Mia nos filmes

Um amigo meu disse que a série - O Diário da Princesa - era infantil. Para evitar confusão, eu concordei com ele. Mas os livros não são infatis. O livro só não está preocupado com questões políticas, ou criar uma história muito intensa (pelo menos, até o oitavo livro).

Meg Cabot concebeu esses prodígios


O mais legal de acompanhar a evolução dos livros é acompanhar a própria evolução da autora. Nas primeiras páginas do livro, a Mia escreve pouco, algumas linhas por dia. E, com o passar da história, os textos ficam mais longos, a Meg passa a se envolver mais na história, a Mia se acostuma mais com seu diário até virar algo mais... eu não sei como explicar. É como se a Meg aprendesse com a Mia como escrever diários. Os livros também evoluem de conteúdo. Os primeiros volumes (até o quinto, mais ou menos) a história é mais light, tranquila. Aí vai ficando mais tensa, mais impactante, mais envolvente até finalizar no décimo livro - Princesa para Sempre - que é perfeito.

Os livros são:
  1. O Diário da Princesa
  2. A Princesa sob os refletores
  3. A Princesa apaixonada
  4. A Princesa à espera
  5. A Princesa de rosa-shoking
  6. A Princesa em treinamento
  7. A Princesa na balada
  8. A Princesa no limite
  9. Princesa Mia (é, fugiu do padrão)
  10. Princesa para Sempre
(isso sem falar nos vários livros relacionados - O presente da princesa e Lição de princesa - e no livro que a Mia escreveu com a Meg - Liberte meu coração).

Os livros terminaram com o décimo, mas, pelo menos enquanto eu conseguir respirar, o livro não vai conseguir se apagar da memória de ninguém.

Eu realmente sugiro que as pessoas procurem ler a série. A Meg escreve muito bem e os livros são divinos. Essa foi a minha pequena homenagem para a série O Diário da Princesa. Não é muito, mas é de coração.

Hi_LC

domingo, 24 de abril de 2011

Os melhores de 2010

Eu estava vendo este blog e conclui que aqui estava faltando algumas listas. Então, vamos a primeira lista: Os melhores de 2010.
Vale lembrar que a lista está por onde alfabética.
  •     A Canção do Súcubo - Richelle Mead
  •     A Cidade do Sol - Khaled Hosseini
  •     A estreia de Fani - Paula Pimenta
  •     A Fúria - L.J. Smith
  •     A Garota Nova - Meg Cabot
  •     A música que mudou minha vida - Robin Benway
  •     A Princesa Enfeitiçada - E. D. Baker
  •     A Rainha da Fofoca em Nova York - Meg Cabot
  •     A Terra das Sombras - Alyson Noël
  •     Aprendendo a Seduzir - Patricia Cabot
  •     Aura Negra - Richelle Mead
  •     Bafo de Dragão - E. D. Baker
  •     Cabeça de Vento - Meg Cabot
  •     Caçada - P.C. Cast & Kristen Cast
  •     Ela foi até o fim - Meg Cabot
  •     Era uma vez uma maldição - E.D. Baker
  •     Escolhida - P.C. Cast & Kristen Cast
  •     Fani na terra da Rainha - Paula Pimenta
  •     Feios - Scott Westerfeld
  •     Horas de Desespero - Pedro Bandeira
  •     Indomada - P.C. Cast & Kristen Cast
  •     It Girl - Garota de Sorte
  •     Jogo-da-velha - Malorie Blackman
  •     Lua Azul - Alyson Noël
  •     Noite Eterna - Claudia Gray
  •     O Livro do Cemitério - Neil Gaiman
  •     O Símbolo Perdido - Dan Brown
  •     Para sempre - Alyson Noël
  •     Perfeitos - Scott Westerfeld
  •     Preciso te contar uma coisa - Melissa Hill
  •     Promessas e mais promessas - Annie Bryant
  •     Queimada - P.C. Cast & Kristen Cast
  •     Reunião Sombria - L. J. Smith
  •     Sapatólatras Anônimas - Beth Harbison
  •     Segredos da minha vida em Hollywood: Negócios de Família - Jen Calonita
  •     Sorriso de Vampiro - Vivianne Fair
  •     Sussurro - Becca Fitzpatrick
  •     Tentada - P.C. Cast & Kristen Cast
  •     The Perfect Hamburguer - McCall Smith
  •     Tocada pelas Sombras - Richelle Mead
Hi_LC

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Livraria Cultura X Saraiva.com

Uma questão muito importante no mundo da literatura é onde adquirir os livros. Quando o assunto é comprar livros (não estou desmerecendo as bibliotecas), há duas opções: ir a uma livraria ou comprar online.

Com a melhoria dos transportes, comprar pela internet se tornou muito fácil, inclusive para o livros. Um site que eu uso muito é o da Livraria Saraiva. A vantagem é que há muitas promoções que são exclusivas para compras on-line, gerando uma economia razoável nas compras. O frete acima de 79 reais é grátis. O site é confiável, então seu dinheiro não será perdido.

O site é sempre uma opção boa.

No entanto, o site te deixa muito limitado. Eu não sei quanto a vocês, mas eu tenho alguma desconfiança ao comprar pelo site. Eu geralmente só comprar aqueles livros que eu já vi na livraria e sei que não é um livro infantil, cheio de imagens. Isso me deixa presa a séries que eu já conheço, num mundinho limitado.


Por isso, mesmo que nas maiorias das vezes eu compre pelo site da Saraiva, eu às vezes vou à loja da Livraria Cultura, só para ver o que tem de novo. Ainda que eu não compre nenhum livro, eu fico horas lá, só para saber de novas séries, olhar para os livros, me sentir rodeada por aquele incrível perfume... Posso sair de lá sem nenhum livro na mão, mas com uma enorme lista no coração.


Então fica a dica: vá a uma livraria e veja os livros. Depois compre-os pelo site. A economia poder ser suficiente para que se compre mais um livro!!!!!!!!!!!!!!

Hi_LC

Comentário posterior:

Parece que eu limitei as opções de comprar livros entre Cultura e Saraiva. Eu sei que existem outros sites e outras livrarias: Submarino, Sebinho, Lojas Americanas... Mas eu falei apenas daquilo que eu conheço, embora em reconheça que as opções citadas também possibilitam uma economia de dinheiro. Inclusive o Sebinho merece até uma postagem especial...

domingo, 17 de abril de 2011

Penélope - Marilyn Kaye

Um grande conto de fadas dos dias modernos.

E se você tivesse um lindo nariz de porco? Você se importaria ou acharia fofinho? A mãe de Penélope o achava horrível. E durante toda a vida, Penélope foi mantida isolada, enquanto aguardava um príncipe (ou que fosse rico que nem ela) para quebrar a terrível maldição. Mas e quando ela se cansa de esperar pelo príncipe perfeito? Penélope foge, com ou sem nariz!

Christina Ricci faz Penélope
Penélope é apaixonante. É uma simples história de amor, que te prende e ensina muitas lições. Pois sim; além de ser apaixonante, Penélope ainda ensina que a diferença constrói o mundo. E depois que você termina de ler o livro, você só consegue contemplar o vazio, exclamando para si "Ai, que lindo..."

Há duas frases faladas no filme e que sintetizam a ideia do livro que me marcaram muito. Sugiro que as pessoas tomem isso para a vida:

"O que nos faz diferente nos faz bonitos"

"Não é a maldição. É o puder que você dá a ela"

Gostou? Para mais informações vá ao site da Livraria Cultura

Hi_LC

terça-feira, 12 de abril de 2011

As Heranças de Crepúsculos - Parte II - Os Vampiros que vieram depois

Antes que alguém me acuse de ser radical, eu quero dizer que eu sou muito sensível quando o assunto é Crepúsculo. Quer dizer, eu sei que muitas pessoas não gostaram dos livros, nem dos filmes, mas as pessoas têm que, ao menos, respeitar o sucesso que Crepúsculo fez e continua fazendo. A fama de Crepúsculo é evidente e negá-la e negar um movimento muito importante que está acontecendo na literatura mundial.

As influências ultrapassam as livrarias



Voltando para o assunto de hoje. 

A Saga Crepúsculo influenciou até os livros que foram lançados depois. E como muitos dos livros mais famosos das livrarias brasileiras são traduzidos (depois eu comento), fica muito mais fácil perceber os lançamentos. É como se as editoras escolhessem traduzir principalmente os livros com temas vampirescos, pois o lucro é mais garantido.

Será mesmo?

Lançar um livro com tema vampiresco tem uma vantagem e uma desvantagem. A vantagem é que, as livrarias, se aproveitando da moda Crepúsculo, vão colocar os livros em destaque. Os fãs de Crepúsculo vão comprá-los facilmente. A desvantagem é que aqueles leitores preconceituosos vão passar reto por qualquer livro que envolva personagens com dentes afiados. É uma faca de dois gumes. Há também as pessoas que não se interessaram por Crepúsculo por algum motivo, mas estas vão analisar os livros de vampiros sem interesse (ou desinteresse) especial. O que é até bom.

O que eu observo é que, ao contrário da opinião de boa parte dos leitores preconceituosos, os livros vampirescos não são cópia de Crepúsculo. Muitos só tem o tema em comum, sendo que muitas características dos vampiros são diferentes. Então, aquela história de que "Nada se cria, tudo se copia" não tem muito fundamento nesse caso.

Segue uma lista de livros que tiveram seu lançamento (pelo menos no Brasil) ajudado pela fama de Crepúsculo.

Morada da Noite

Morada da Noite é o nome da série que se inicia com Marcada e conta as aventuras de Zoey Redbird. Eu poderia fazer um tópico inteiro só sobre essa série, mas eu vou deixar para mais tarde. Por enquanto, acreditem quando eu digo que essa série é uma das minhas favoritas.
Devo confessar que os editores cometeram uma falta no primeiro livro. A contra-capa é uma versão rosa-shoking da contra-capa de Crepúsculo e isso gera uma comparação desnecessária. Os editores logo corrigiram o erro e a contra-capa do segundo livro foi diferente.

Academia de Vampiros

Uma série muito boa influenciada pela Saga Crepúsculo. Na verdade, quando conheci o primeiro livro, foi através de um e-mail que atrelava a série diretamente a Crepúsculo. Não me lembro como vinha o e-mail, mas eu acho que era algo mais ou menos assim: "Depois de Crepúsculo, se prepare para o Beijo das Sombras". Ou por aí.
Devo ressaltar que não há qualquer semelhança entre esta série e Crepúsculo, além de, obviamente, o tema. Cada livro da série é mais empolgante que o outro e me dá água na boca só de pensar no quarto volume.

Os Diários do Vampiro

Essa série é especial... *-*. Eu poderia passar a vida falando de como L.J. Smith soube escrever e relacionar os livros da série, mas eu tenho que voltar para Crepúsculo... Enfim, um dia, talvez, eu volto a falar de DV.
Os Diários do Vampiro talvez seja a série mais parecida com Crepúsculo. Na verdade, quando eu digo parecida, eu quero dizer que algumas cenas são praticamente idênticas. L.J. Smith copiou Stephenie Meyer? Improvável. O primeiro livro da série foi lançado em 1991, beeeeeeeeeeeem antes de Crepúsculo. O mais provável é que tenha sido o contrário. Mas não há provas.

Vampiros em Nova York

Na verdade, eu não sei dizer se essa série foi lançada antes ou depois de Crepúsculo. O mais provável que tenha sido antes. De fato, apenas o nome da série lembra Crepúsculo, pois a ideia de Scott Westerfeld é bem diferente.
Por que eu colequei ele? Embora eu não tenha gostado muito dessa série específica, Scott Westerfeld escreveu FEIOS, um dos melhores livros que eu já li.
É, eu sei, eu sou parcial.

Os Imortais

A série Os Imortais, apesar de não terem o mesmo tema de Crepúsculo, foi bastante influenciada pelo sucesso de Crepúsculo. Inclusive, quando você começa a ler o livro, você é induzido a pensar que eles são vampiros. Não são.
Oops! Não podia contar o final do livro. :D

Noite Eterna

Noite Eterna é uma série curiosa. Talvez, de todos os livros que eu já falei, ela é a que mais se paresse com Crepúsculo, no quesito "Como os vampiros são". No entanto, quando uma pessoa que já leu livros demais sobre vampiros (Eu!Eu!Eu!) vai ler esse livro, a cabeça está tão viciada que cai fácil na armadilha da autora. O que deixa Noite Eterna especial não é a história em si; mas o jeito como ela é narrada.

A Caçadora

Esta série ficou para o final de propósito. Esta é a primeira série que eu li que traz o tema Vampiros de forma cômica. (Não, eu não li Opúsculo). O que me deixa feliz nesse livro é a forma respeitosa como Vivianne Fair tratou os vampiros. Ela não quis fazer uma sátira de como o livro de Stephanie Meyer apresenta falhas; ela só quis fazer a história dela sobre vampiros de um modo engraçado.
Eu sou bastante chata com relação a isso; não gosto de ler livros ou filmes que ofendam uns aos outros. (Não vi Os Vampiros que se mordam. E nem pretendo).

Obs.: Esses não são os únicos livros que falam de Vampiros. Estes são apenas uma parte. Muitos livros sobre vampiros continuam sendo lançados.

Hi_LC